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O Corcunda de Notre Dame 2 - Milagre Trivial

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Eu penso em ter perto o ser que eu amo. Eu penso em ver o seu olhar assim. Eu penso que esse amor jamais terá um fim. Não é raro de se ver Um casal se entender. É só um milagre trivial, Do tipo que nós vemos, Todo dia tem. Ou como a primavera, Que em setembro vem. Temos tantos. É um milagre trivial. Um tipo de milagre que é veloz demais Ou pode ser dos tipos que são graduais, E perdemos. Um raio súbito, distante, A seta a pedra se elevou. E mesmo quem a pouco que nasceu Tão grande já ficou E amou. E pra acabar com isso, Entre mais de mil feitiços, Não tem um, É o amor. Claro que eu sou suspeito, Mas pra uns isso é um direito Tão comum. É tanto que um milagre traz Mistério e magia E um bem maior. Mas a paixão é dos milagres o melhor. Ah, olhá-la, senti-la, e tê-la. Eu penso em ter perto o ser que eu amo. Eu penso em ver o seu olhar assim. Seria extraordinário até o fim. Ah, se um milagre trivial...

O Corcunda de Notre Dame 2 - Som de La Fidele

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Na praça temos música, Nas ruas temos cor. Agora, na cidade, Só se fala em amor. E a razão para se ter tamanha emoção É que celebraremos este amor no coração. Le Jour D'amour, Tem música no ar. Que mágica você fará? E o que irá jurar? O som fiel do La Fidele Vai proclamar o amor, Pois este tal do festival Le Jour D'amour chegou. Parando, mercier, O tempo é curto. Vocês têm que achar o seu grande amor. Achem a sua alma gêmea Porque o festival D'amour já vai começar. Do primeiro beijo alguns nem pediram bis. Outros comemoram sua união feliz. Vêm dançando juntos pelas ruas os casais, Estão comemorando no maior dos festivais. Le Jour D'amour, Tem música no ar. Que mágica você fará? Que nome vai gritar? O som fiel do La Fidele Vai proclamar o amor, E este tal do festival Le Jour D'amour chegou. {Corcunda de Notre Dame} Que bom, estrelas vão brilhar na água. E o show dos trovadores eu...

O Corcunda de Notre Dame - Lá Fora

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Salvo entre os peitoris de pedra e o carrilhão, Aqui dentro a alegria some. Toda minha vida eu vivi na solidão, Não ter liberdade me consome. Preso aqui em cima vi pessoas. Eu conheço todas pelo nome. Toda minha vida eu imaginei descer, Ir até lá, passear lá... Lá fora como alguém comum Me dê um dia ao Sol, Basta apenas um Pra ser lembrado. Se der numa ocasião qualquer Se eu sair, Se eu puder, Quero ir a onde der. Lá fora vejo tecelões, moleiros e casais, Os seu rostos mostram o que sentem. Gritam, xingam levam suas vidas tão normais. Essa é a vida que me cai bem. Agora para mim a hora é de, enfim, ver, Se der, Rio Sena e além. Cada manhã que houver Quero ser alguém Que vai a onde bem quer. O meu dia se vier, E ele vem, Um sequer, Digo amém se estiver tudo bem. Quando der, Vou também, Se Deus quiser.